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Novo presidente da Federação Nacional dos Médicos afirma liderança de continuidade

Data de publicação
20 Janeiro 2026
17:19

O novo presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam), André Gomes, disse hoje que a sua eleição no sábado não altera a natureza coletiva da força sindical, afirmando que a sua liderança é de continuidade.

“A liderança do André é a continuidade do trabalho da Fnam. A Fnam não é o André Gomes. A Fnam é os sindicatos médicos do Norte, do Centro e do Sul”, afirmou aos jornalistas antes de entrar para a primeira reunião negocial com o Ministério da Saúde, em Lisboa.

O dirigente sindical, que sucedeu a Joana Bordalo e Sá, salientou que o mais importante é a Fnam.

“É um trabalho coletivo e, portanto, é assim a nossa forma de trabalhar, é assim a nossa forma de estar e, portanto, não é o André Gomes, é a Fnam que importa”, vincou.

Presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, André Gomes é médico de saúde pública e exerce funções na unidade local de saúde (ULS) do Alto Alentejo.

As vice-presidências ficam a cargo de Joana Bordalo e Sá, que presidiu à Fnam entre 2023 e 2025, e de Noel Carrilho, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Centro, que liderou a federação entre 2020 e 2022.

À entrada para o Ministério da Saúde, André Gomes explicou que a Fnam chega à ronda negocial com o Governo “com boas expectativas” em avançar nas propostas para reforçar a carreira médica e proteger o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“A Fnam conseguiu finalmente o seu grande objetivo, que é voltar à mesa negocial com o Governo. Trabalhámos muito para isso e conseguimos”, referiu o sindicalista.

André Gomes garantiu que a federação parte para as negociações “com total abertura e total boa-fé”.

“Esperemos que do outro lado tenham a mesma atitude, porque aquilo que nós queremos é reforçar a carreira médica, é salvar o SNS em prol dos nossos utentes”, sublinhou.

De acordo o sindicalista, a reunião de hoje deverá servir para definir o calendário de discussão dos temas incluídos no protocolo assinado em 9 de janeiro.

Entre as prioridades da Fnam estão o internato médico, a parentalidade, a avaliação e a progressão na carreira.

“A Fnam entregou o seu caderno de encargos e também é isso que faz com que estejamos satisfeitos neste processo. O Governo, pela primeira vez, aceitou o caderno de encargos da Fnam”, acrescentou.

A reunião, agendada para a tarde hoje no Ministério da Saúde, é a primeira depois do protocolo negocial assinado com o Governo no dia 9 de janeiro.

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