Uma mulher vendeu, em 2024, o próprio filho a um casal de Gondomar, pela quantia de 2.500 euros, tendo hoje sido divulgadas atualizações do caso.
A notícia, avançada pelo Correio da Manhã, revela que do parto em casa terão resultado complicações, que obrigaram à hospitalização da mãe, o que levantou suspeitas.
O caso, que remete a 2024, reflete o crime de tráfico de pessoas, imputado pelo Ministério Público aos três suspeitos - mãe e casal envolvido.
A Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto revela que os ‘compradores’ tinham problemas de infertilidade e chegaram a este acordo com uma mulher na altura residente no Brasil, como uma possibilidade de ultrapassar “os formalismos dos procedimentos judiciais para adoção”, consoante cita o CM.
O caso levantou suspeitas, tendo sido aberta uma investigação. A criança foi retirada ao casal e levada para uma instituição.