Paulo Portas, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, considerou, hoje, em Aveiro, "absolutamente fundamental acelerar e democratizar a dose de reforço" da vacina.
Apelando à vacinação e à confiança na ciência, Portas lembrou que o conhecimento sobre o vírus permitiu criar um passaporte para o futuro: as vacinas. Todavia, em tempo de transição de pandemia para endemia, é preciso ter em conta três fenómenos: inflações, dívida e juros neutrais ou negativos.
"Vamos ter de aprender a viver com estas três palavrinhas que já estavam arquivadas", referiu.
Embora o tempo de imunidade garantida ainda não seja rigorosamente conhecido, as vacinas são de extrema importância, sublinhou o ex-governante, durante o congresso da APAVT, que decorre em Aveiro.
"O Turismo depende de um valor básico que é a confiança, mas este é um valor mais difícil de conquistar na endemia", vincou ainda, dando conta do impacto da prevenção na economia.
Portas recordou o forte impacto da pandemia sobre o Turismo em 2020 e deu conta de alguns sinais de recuperação, nomeadamente o aumento dos passageiros entrados no País.
Patrícia Gaspar