Escolas e organizações de seis concelhos uniram-se, esta sexta-feira, na Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares, edifício do Campanário, para assinalar o Dia Escolar da Não Violência e da Paz.
O evento arrancou com o Mural da Paz, onde foram colocadas mensagens de paz para ‘fazerem correr’ o rio da esperança. Seguiram-se exposições, jogos cooperativos e um workshop sobre valores que transformam o mundo.
A Marcha Branca da Paz foi um dos momentos altos do evento onde a comunidade educativa participou com faixas, cartazes e fitas, unidos no mesmo passo e no mesmo querer.
Presente esteve o Bispo do Funchal, D. Nuno Brás, a diretora de Serviços de Educação Pré-Escolar e dos ensinos Básico e Secundário da Direção Regional de Educação, Nadina Mota, e o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava.
Para Jorge Santos, celebrar este dia na escola “não é apenas uma formalidade do calendário, mas um investimento direto no futuro da nossa comunidade”. “A escola é o primeiro grande ensaio da vida em sociedade e ao ensinarmos os nossos jovens a resolver conflitos através do diálogo e da empatia, estamos a formar cidadãos mais tolerantes e uma comunidade mais segura”, afirmou o autarca, salientando que esta data serve para “recordar que um pequeno gesto de bondade ou uma palavra de apoio podem mudar o dia de alguém”, razão pela qual o Município “está comprometido em apoiar a comunidade educativa na construção de um ambiente onde a única força utilizada seja a força dos argumentos e da criatividade”.
O evento contou com momentos artísticos, de reflexão, inclusão e de homenagem através de canções, poemas e coreografias. “Não faltou o lançamento do dado da paz nem o Time Out, um minuto de silêncio pela paz”, lê-se em comunicado.
Foram, ainda, entregues Diplomas a duas Jovens Embaixadoras da Paz e um apontamento alusivo aos 500 anos do nascimento do padre Manuel Álvares na Ribeira Brava.
O encerramento juntou todos “à volta da mãe terra, unindo simbolicamente as bandeiras de vários países em guerra, numa humanidade que dá as mãos e dança numa roda de esperança”.