A investigação aos alegados crimes de tortura e violação de detidos em esquadras da PSP de Lisboa continua em curso, havendo agentes suspeitos que permanecem em funções, segundo informações avançadas pela CNN Portugal, pelo menos dez.
Até ao momento, a prova recolhida pela PSP e pelo Ministério Público levou apenas à detenção de dois agentes, atualmente em prisão preventiva.
De acordo com a CNN Portugal, o processo enfrenta ainda constrangimentos legais, uma vez que o juiz de instrução recusou atribuir o estatuto de especial complexidade, limitando o prazo de investigação a seis meses.
Para já, apenas dois polícias foram acusados de tortura e abuso de poder, sendo um deles natural do Porto Santo.