“Enquanto não for dada a possibilidade dos cidadãos pagarem, única e exclusivamente 59 e 79 euros, nas viagens entre a Madeira e o Continente, não vamos aceitar nem cair nas artimanhas dos governos”, começou por referir Élvio Sousa, JPP.
Élvio Sousa disse que a posição do JPP não se irá alterar, será sempre a mesma. “Não podemos continuar a ser tratados como fiadores do Estado e qualquer tentativa de privar os cidadãos dos seus direitos, perante o Estado que tem a obrigação de promover a continuidade territorial, deve ser alvo de resposta direta”, vincou o parlamentar.
Classificou a situação recente que envolve o SSM como uma “grosseria colonialista” e com isso justifica o requerimento do JPP de inconstitucionalidade do diploma.