Cláudia Perestrelo, PSD, vincou que “este Governo Regional tem reconhecido o trabalho dos técnicos porque esta carreira tem sido alvo de medidas de valorização, de revisão da carreira, em 2017, e também de medidas de congelamento”, sublinhou, afirmando ser “uma constante em todo o Serviço Regional de Saúde”.
“Para nós, ouvir e conhecer é a melhor forma de ir ao encontro dos profissionais”. “Todos os grupos profissionais da área da saúde têm sido alvo de melhorias”, declarou.
“Quando ouço partidos falarem de monotonia e demagógica, fico desapontada (...) primeiro, porque o tempo da saúde não é o tempo do PS, do Chega e do JPP”, atirou.
“Não vale a pena abafar o esforço em termos de tesouraria para dar qualidade aos profissionais. Ao contrário do que se passou no país, onde a “saúde foi gerida como se fosse uma mercearia”, “nos aqui temos tido um rumo e uma estratégia”.
A deputada social-democrata afirmou que esta é uma proposta “diferenciada em relação à proposta inicial. A porta do diálogo nunca se encerrou”.
É discutido o Decreto Legislativo Regional que “Aprova a proposta de Decreto Legislativo Regional que fixa um acréscimo remuneratório dos cargos de direção e de coordenação das carreiras dos técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica, altera o Decreto Legislativo Regional n,a 40/2023/M, de 3 de agosto, e o Decreto Legislativo Regional n.e B/20L9/M, de 6 de agosto”.