O deputado do Chega, Francisco Gomes, afirma que André Ventura é o único candidato presidencial “que defende de forma clara e consequente a autonomia”, considerando que qualquer autonomista coerente “só pode votar” no líder do partido, na segunda volta das eleições presidenciais.
O parlamentar madeirense destaca que Ventura “defende medidas fundamentais para o aprofundamento da autonomia, entre as quais a revisão constitucional para reforçar os órgãos de governo próprio, a ligação marítima de passageiros e carga rodada entre o continente e a Região, um modelo de passagens aéreas em que o cidadão paga apenas o valor fixo e a criação de um sistema fiscal próprio para a Madeira”.
O deputado sublinha, ainda, que estas “não são promessas vagas”, mas “propostas concretas” que o Chega já apresentou na Assembleia da República e que foram chumbadas com os votos contra do PS. Por isso, a seu ver, a escolha é “inequívoca e tem consequências diretas para o futuro autonómico da Região”.
“Quem defende a autonomia não pode votar no socialismo de tão má memória! André Ventura é o único candidato que assume, sem rodeios, a defesa da Madeira, dos seus direitos e dos interesses específicos dos madeirenses no seio da República”, sublinha.
Em contrapartida, Francisco Gomes sustenta que António José Seguro representa a continuidade do socialismo de António Guterres e José Sócrates, forças políticas que, afirma, “sempre foram os maiores inimigos da autonomia e responsáveis por travar propostas estruturantes para a Madeira e os Açores ao longo de décadas”.
O parlamentar acrescenta que a segunda volta é decisiva para o futuro das regiões autónomas e exigem, por isso, uma grande participação dos cidadãos madeirenses “em prol do único candidato que não hesita em tratar e reconhecer os cidadãos das ilhas como portugueses de primeira”.
“Os verdadeiros autonomistas só têm uma opção: votar André Ventura. Tudo o resto é manter o bloqueio, o centralismo e o desprezo pela Madeira, como os socialistas sempre fizeram em toda a nossa história!”, frisa o deputado.
Francisco Gomes conclui afirmando que o Chega “continuará a lutar pela autonomia, pela justiça territorial e pelo respeito constitucional”, garantindo que a Presidência da República “pode ser um aliado decisivo das Regiões Autónomas”.