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“Presidência da República não é uma extensão dos partidos”, defende o PSD

Data de publicação
20 Janeiro 2026
9:29

Após a abertura protagonizada por Gonçalo Maia Camelo, a sequência dos trabalhos na manhã desta terça-feira, no plenário madeirense, coube a Bruno Macedo, abordar as recentes presidenciais, no seu caso numa abordagem de leitura política.

O deputado do PSD constata que o ato eleitoral “empurrou-nos para uma segunda ronda”, considerando ser uma natural “consequência que está ligada à fragmentação eleitoral, onde havia cinco candidatos com possibilidades de chegar à segunda volta”.

Ressalvando que o cenário “merece uma reflexão”, não tem dúvidas “o povo é soberano, de forma livre e democrática, e ninguém é dono dos votos... os partidos não são donos”“Não hã vencedores antecipados”, “importante não é como começa, é como acaba”, fora, outras frase proferidas pro Bruno Macedo que, no entanto, frisou que “não há vencedores antecipados “a decisão não pode ser objeto de relativização”, pois foi “uma decisão democrática que temos de respeitar”, com esse destaque que “democracia não é apenas confortável quando o desfecho contraria as nossas expetativas”.

Lembrou que “a Presidência da República não é extensão dos partidos”, apelando que que “não nos percamos em batalhas partidárias estéreis”.

No seu entendimento, há agora que analisar bem as duas candidaturas, protagonizadas por António José Seguro e André Ventura, advogando que “não importa agora olhar para o passado ou para o presente, mas sim o futuro e ver qual o candidato tem maior compromisso”, com questões da Região, elencando um conjunto de matérias, entre as quais a mobilidade ou o CINM, entre outras.

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