O PCP realizou uma ação de contacto com trabalhadores no Largo do Phelps, no Funchal, onde acusou o Governo da República PSD/CDS de pretender “generalizar a precariedade laboral” através de um novo pacote legislativo para o trabalho.
Durante a iniciativa, Ricardo Lume afirmou que a precariedade é “um dos maiores flagelos” para os trabalhadores, sobretudo os jovens, defendendo que os vínculos instáveis dificultam o acesso a direitos, crédito à habitação e estabilidade profissional.
O responsável apontou que, em 2025, cerca de 17.500 trabalhadores tinham vínculos precários na Região Autónoma da Madeira, existindo ainda 3.200 em subemprego, sublinhando que a situação atinge particularmente setores como hotelaria, restauração, construção, telecomunicações e serviços.