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Manuais do 10º ano terão maior autonomia

JM-Madeira

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Data de publicação
19 Outubro 2021
5:00

A Região Autónoma da Madeira continua a liderar na transição digital nas escolas. Para o próximo ano letivo, todos os alunos do 10º ano terão manuais digitais, como adiantou, recentemente, o presidente do Governo Regional, numa visita à turma de 10º ano da Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, que este ano letivo já trabalha com estas ferramentas digitais, na qualidade de turma-piloto.

Foi nesse estabelecimento de ensino que Rui Pacheco, diretor do departamento de Multimédia da Porto Editora (parceira do projeto), elogiou o pioneirismo da Região na transição digital nas escolas, que se encontra muito mais avançada do que no continente, e explicou ao nosso Jornal que haverá diferenças nos manuais do secundário.

Na Madeira, o projeto vai já no terceiro ano, com alunos do 5º ao 7º ano com tablets, na generalidade, e com algumas turmas de 8º ano já munidas de manuais digitais. “Estamos agora a testar uma solução ligeiramente diferente para o ensino secundário porque as necessidades e o contexto são diferentes. Estamos a fazer isso para termos mais dados para avançarmos com mais segurança”, adiantou.

Rui Pacheco referiu que as ferramentas e as práticas nos manuais digitais para o secundário terão outro tipo de autonomia. “À partida, estamos a falar de alunos com um nível de autonomia maior, alunos com uma dose de responsabilidade acrescida por causa da questão do prosseguimento dos estudos e de atingirem os resultados que desejam no final do secundário”. Assim, disse, os programadores terão em atenção que o público alvo tem necessidades diferentes e, como tal, “os dispositivos terão de ser também diferentes” dos do segundo e terceiro ciclos. Para além disso, será também necessário formar os professores do ensino secundário para as novas ferramentas.

Rui Pacheco elogiou, por outro lado, a forma como a implementação dos manuais digitais na Madeira foi pensada de uma forma global “e não apenas da passagem do papel para o digital. Se fosse isso, o ganho seria curto. Foi pensado com ferramentas de interação, com ferramentas de proteção de acesso de conteúdos indevidos, com formação de professores e, nessa medida, estamos muito satisfeitos e orgulhosos por fazermos parte disto. As coisas aqui estão a funcionar como era suposto”, sublinhou.

Por Paula Abreu

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