O JPP vai propor ao Governo Regional a cobertura dos campos de jogos das Escolas EB1/PE e Creche de Santa Cruz e da EB1/PE e Creche do Jardim da Serra, as quais apresentam “problemas semelantes”.
O Projeto de Resolução segue para a Assembleia Legislativa da Madeira (ALRAM) e “para uma melhor compreensão sobre a urgência em avançar com estas importantes obras”, o JPP explica o contexto de cada uma delas.
Ora na a EB1/PE e Creche de Santa Cruz estão, de acordo com o JPP, matriculados, no presente ano letivo, 378 crianças distribuídas por diferentes níveis de ensino e educativo. Nesta escola funciona o 1º ciclo, o pré-escolar, creche e uma unidade especializada. “O espaço físico é relativamente adequado, contando com algumas fragilidades, nomeadamente a falta de um espaço para atendimento aos encarregados de educação, salas de estudo pequenas e sem arejamento, uma unidade especializada com dimensões extremamente reduzidas para o número de crianças que a frequentam e, por fim, um campo polidesportivo sem cobertura”, afirma.
Por outro lado, o JPP acresce que a Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-escolar e Creche do Jardim da Serra, conta no ano letivo de 2025-2026 com 101 alunos matriculados, distribuídos por 4 turmas de 1º Ciclo, 1 turma/sala de Pré-Escolar e 1 turma/sala de Creche. Este estabelicimento de ensino “dispõe de um pátio coberto, um logradouro, um espaço ajardinado, uma horta pedagógica e, tal como a Escola de Santa Cruz, possui um campo polidesportivo sem cobertura, para a lecionação das aulas de Educação Física e prática desportiva. O campo polidesportivo está aberto à comunidade em horário pós-laboral e fins de semana”, adita.
Relativamente a estas problemáticas, Paulo Alves garante que os estudos “comprovam que para promover a aquisição de competências e o sucesso do processo ensino-aprendizagem é fundamental a existência de equipamentos educativos em boas condições ao nível de infraestruturas, bem como espaços físicos adequados à faixa etária dos alunos”.
A falta de cobertura dos referidos campos, em ambas as escolas, coloca, aos olhos do grupo parlamentar do partido, “constrangimentos aos alunos e professores, prejudicando o processo de ensino – aprendizagem”. “Quando chove os alunos não podem frequentar o campo desportivo durante vários dias, até que o piso volte a ficar seco. Pelo que, os alunos ficam sem a prática desportiva e as aulas de Educação Física têm de ser improvisadas em espaços sem condições e inadequados para esse efeito. No caso de dias com muito sol, o problema coloca-se também, causando constrangimentos e limitações à prática desportiva e à realização das aulas de Educação Física”, exemplifica Paulo Alves.
Por fim, o parlamentar do maior partido da oposição afirma que estas empreitadas são “uma reivindicação dos pais e/ou encarregados de educação, que manifestam o seu descontentamento pelo facto dos seus filhos e/ou educandos, não poderem frequentar o polidesportivo quando chove ou quando está muito sol”.