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JPP critica política “despesista” de Albuquerque e “desfile obsceno” de nomeações para familiares e amigos

Data de publicação
30 Abril 2024
16:09

O JPP entende que o “despesismo é a marca de água” do Governo Regional de Miguel Albuquerque coligado com o CDS, que gerem a “coisa pública como uma central de empregos bem remunerados para os seus próximos”.

A este respeito, Élvio Sousa fala em “despesismos vários, negócios milionários para empresários amigos enquanto os outros ficam ‘a chuchar no dedo’, como sabiamente refere o povo”, a par de “empregos bem remunerados para familiares e amigos”.

“É o que fica de uma legislatura do PSD coligado com o CDS”, frisa.

Ademais, sublinha, nos organismos tutelados pelo Governo “podemos ver a dança das cadeiras no SESARAM que passou de 3 para 5 elementos no respetivo Conselho de Administração (CA), no IAsaúde que acrescentou mais um elemento no Conselho Diretivo passando para 5, no IHM de 3 para 5 e a mais recente é a eleição de mais um vogal executivo para a APRAM. Passam a ser cinco bem remunerados nos portos, empregos para o povo pagar”, acrescentou.

Em causa, de acordo com Élvio Sousa, estão “empregos bem pagos, muito acima da média dos salários dos madeirenses, o que é demonstrativo da política despesista de Albuquerque”.

Em 2022, segundo a Direção Regional de Estatística, a mediana do rendimento monetário líquido anual por adulto equivalente na RAM foi de 10.618 euros. E, a este respeito, o candidato aponta que as cadeiras nos Conselhos de Administração destes organismos públicos valem cerca de oito vezes este valor médio.

O JPP considera “ultrajante” para os madeirenses ver este “desfile obsceno de nomeações que acrescentam gordura a um Governo anafado, que governa para os amigos, deixando a maioria da população de fora da equação”.

O partido acusa ainda Miguel Albuquerque de não estar interessado em baixar os impostos e o custo de vida dos madeirenses mantendo um “governo gordo de despesas que pouco acrescentam à eficácia governativa do Governo Regional”.

“O seu PSD e o agora divorciado CDS sempre estiveram mais interessados em governar para uma minoria e garantir mais um tacho nos Portos do que em resolver a triste sina dos mais de 70 mil madeirenses em risco de pobreza”, remata.

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