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JPP considera que “a mobilidade justa não é uma concessão – é um direito”

Carla Sousa

Jornalista

Data de publicação
29 Janeiro 2026
20:42

O JPP não tem dúvidas: as audições realizadas esta semana na Assembleia da República às companhias aéreas SATA, easyJet e TAP voltaram a confirmar uma realidade que os portugueses das regiões autónomas conhecem bem: a mobilidade aérea continua, por alguns partidos e setores económicos com interesses, a ser tratada como um privilégio e não como um direito fundamental.

Estas audições inserem-se no trabalho em curso na fase de especialidade do diploma do PCP relativo ao Subsídio Social de Mobilidade, momento em que o deputado Filipe Sousa, do JPP – Juntos Pelo Povo, tem vindo a intervir de forma ativa na identificação de soluções técnicas concretas para ultrapassar as limitações do modelo atualmente em vigor.

Durante estas audições, o deputado Filipe Sousa voltou a defender uma proposta simples, justa e tecnicamente exequível: permitir que os residentes nas regiões autónomas paguem apenas a sua parte do bilhete no momento da compra, assegurando que o valor do subsídio à mobilidade seja processado de forma automática pelo Estado, sem burocracias, adiantamentos financeiros ou atrasos prolongados.

“O JPP continuará a exigir uma solução que respeite a dignidade dos residentes nas regiões autónomas. Não é aceitável que cidadãos portugueses sejam obrigados a adiantar dinheiro ao Estado e a aguardar por reembolsos, perpetuando uma desigualdade estrutural que penaliza quem vive nas ilhas”.

O deputado Filipe Sousa continuará a mobilizar vontades, criar redes e abrir portas, apelando a que os cidadãos das regiões autónomas não se resignem perante desigualdades que não são inevitáveis.

“A mobilidade justa não é uma concessão – é um direito. E é com trabalho contínuo e determinação coletiva que esse direito será alcançado”.

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