Francisco Gomes, deputado do Chega, divulgou um comunicado, esta sexta-feira, para anunciar que estará presente num jantar que assinala o arranque oficial da campanha presidencial de André Ventura, que terá lugar em Albufeira, no sábado.
Para o parlamentar com assento na Assembleia da República, este momento marca o início do que descreve como “uma etapa decisiva” para o futuro político do país e considera que André Ventura “é o único candidato presidencial capaz de garantir um verdadeiro virar de página em Portugal”, de acordo com a mesma nota de imprensa, sublinhando que o líder do Chega se trata do candidato mais preparado.
Apesar do Presidente da República não ter poderes legislativos, o deputado argumenta que a candidatura de André Ventura “assenta em eixos fundamentais que exigem mudanças profundas, nomeadamente o combate à imigração descontrolada, a luta contra a corrupção, a valorização das forças de segurança, a defesa da família e dos seus valores, bem como a melhoria das condições de vida dos portugueses que trabalham, dos idosos e dos antigos combatentes”.
Na perspetiva do deputado, as eleições presidenciais representam uma oportunidade “para pôr fim ao situacionismo político mantido pelos partidos do sistema”, que, segundo afirma, têm “perpetuado práticas de amiguismo, compadrio e captura do Estado, afastando a política das reais necessidades dos portugueses”.
“André Ventura é o único candidato que garante, de forma clara e corajosa, o virar de página que Portugal precisa. É o candidato que não foge aos problemas e que está preparado para enfrentar os interesses instalados”, diz Francisco Gomes, citado na mesma nota.
O deputado madeirense alega que “todos os restantes candidatos representam a continuidade do mesmo modelo político que tem conduzido o país ao empobrecimento, à insegurança e à perda de confiança nas instituições”.
“As presidenciais são o momento de acabar com os vícios do sistema, com o amiguismo e com o compadrio que levaram Portugal para o fundo do poço. Ou mudamos agora, ou continuamos presos ao mesmo ciclo”, afirma.