A easyjet admitiu hoje reduzir a operação da companhia para a Madeira, nos voos domésticos, se se confirmar o fim do teto das viagens, aprovado recentemente na Assembleia da República.
Apesar de ter vindo à Madeira anunciar o reforço da operação para este verão iata, quer nos voos, quer na capacidade, José Lopes, diretor geral da easyjet para Portugal, admitiu que a operação possa ser revista, caso o teto dos 400 euros acabe.
Refira-se que a programação da companhia para este verão anunciada hoje, numa conferência de imprensa, na Quinta Magnólia, no Funchal, não considera ainda as alterações aprovadas no parlamento nacional.
Para o gestor, o fim do teto elevaria os preços das passagens, penalizando os continentais que querem vir à Madeira e que representam cerca de 70% da operação. Com menos passageiros, disse, o número de lugares também poderia baixar ou através da easyjet ou de outra companhia que opera nestas rotas.