Da IL, Gonçalo Maia Camelo, realçou “ser uma situação gravíssima e que carece de investigação”.
“É um relatório que revela expedientes e formas de contornar a lei que são absolutamente censuráveis e que têm de ser exploradas”, afirmou o liberal.
No entanto, alertou que “não podemos tomar a parte pelo todo”, sob pena de “estarmos a meter, no mesmo saco, entidades que não são indiciadas desta prática, uma vez que há mais entidades que prestam serviços ao abrigo do modelo de de cuidados continuados integrados.
“Devemos salvaguardar outras entidades que prestam estes serviços de forma abnegada”, realçou Gonçalo Maia Camelo.
Recorde-se que a declaração surge na sequência da intervenção de Marta Freitas, PS, que se referia à última auditoria da secção regional do Tribunal de Contas à rede regional de cuidados continuados integrados.