Richard Marques sublinha que as necessidades operacionais da Proteção Civil são crescentes, numa região que se afirma cada vez mais como destino turístico de referência.
“O aumento das ocorrências faz com que tenhamos de contar com um dispositivo flexível, capaz de crescer em função das exigências”, explica. Destaca que, além do investimento em meios técnicos e humanos, é essencial manter o papel do voluntariado, valorizando também a formação. “Às vezes, o que faz a diferença é a forma como preparamos e formamos os nossos elementos”, acrescenta.
A inovação tecnológica surge como outro pilar fundamental. “As novas tecnologias são essenciais, sobretudo na capacidade de prever e antecipar riscos”, afirma. A recente inauguração do Centro de Situação e Gestão de Emergências da Região Autónoma da Madeira coloca a ilha “ao nível dos melhores centros europeus”, segundo o responsável.
O presidente da Proteção Civil recorda que, no ano passado, a Madeira foi o palco de formação dos primeiros analistas certificados, que agora passarão por experiências internacionais, garantindo que possam utilizar as ferramentas de forma eficaz e alinhada com os padrões globais.