O PCP apelou hoje à participação dos trabalhadores madeirenses na manifestação promovida pelo movimento sindical unitário no próximo 1.º de Maio, sexta-feira, no Funchal.
Os comunistas considera “essencial afirmar de forma clara a rejeição do ‘Pacote Laboral’ que o Governo da República, em conluio com o Governo Regional, pretendem impor a quem vive do seu trabalho”, sublinhando que se trata “de um conjunto de propostas que, no essencial, agravam a exploração, fragilizam direitos e colocam em causa conquistas históricas dos trabalhadores”.
“Em causa estão propostas que promovem baixos salários, facilitam despedimentos, aumentam a precariedade e desregulam horários de trabalho, um caminho de mais instabilidade e injustiça social”, sublinham.
O PCP afirma que “na Região persiste o salários médio liquido mais baixos do País, enquanto o custo de vida continua a subir. Os trabalhadores do setor privado continuam injustamente excluídos do subsídio de insularidade, ao contrário do que acontece na Administração Pública. Ao mesmo tempo, o acesso à habitação representa um peso cada vez mais insustentável para as famílias”.
“Setores fundamentais da economia regional, como a hotelaria, restauração, turismo e construção civil, continuam marcados por vínculos precários, horários desregulados e instabilidade laboral”, afirma o partido.