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PS quer acesso a mapas de urgências de ginecologia e obstetrícia abertas e fechadas

Data de publicação
08 Agosto 2024
14:59

O PS exigiu hoje ao Governo o acesso ao número de cirurgias realizadas até julho, assim como o número de utentes em lista de espera e os mapas diários de urgências de ginecologia e obstetrícia abertas e fechadas.

Num requerimento dirigido ao Ministério da Saúde, através da Assembleia da República, a líder parlamentar, Alexandra Leitão, e os deputados Mariana Vieira da Silva e João Paulo Correia pedem ainda que o portal do SNS na internet “retome a publicação regular e integral de toda a informação que disponibilizava” e que dizem ter sido interrompida em dezembro do ano passado.

Contudo, por “se tratar de informação mais específica”, requerem também a disponibilização do “número de cirurgias realizadas, por mês, entre janeiro de 2023 e julho de 2024, indicando o valor total e o número de cirurgias oncológicas”.

O número de utentes em lista de espera para cirurgia, também por mês e para o mesmo período (de janeiro de 2023 a julho de 2024), desagregando os respetivos valores (total e cirurgia oncológica) para o conjunto de utentes dentro e fora do tempo máximo de resposta garantida é outra das informações a que os deputados socialistas querem ter acesso.

Os parlamentares do PS querem ainda conhecer os “mapas diários de urgências de Ginecologia e Obstetrícia abertas, fechadas e referenciadas, seguindo a lógica de calendário, nos moldes em que esta informação foi divulgada, até março de 2024, pela Direção Executiva do SNS”, neste caso a informação deve compreender o período entre 1 de abril e 31 de julho de 2024.

O Ministério da Saúde garantiu em junho que os mapas que indicam quais as urgências de Ginecologia/Obstetrícia abertas em Portugal continental estão a ser atualizados “pelo menos uma vez por dia” e que o SNS24/INEM é atualizado “ao minuto”.

Na altura, a ministra da Saúde admitiu que o sistema de mapas possa conter “alguns erros”, mas procurou transmitir uma mensagem de tranquilidade.

“De facto, o sistema ainda não está a funcionar totalmente de forma adequada e tivemos erros ontem [sexta-feira]. Estão a ser feitos testes. Espero que na próxima semana os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde consigam ter esta informação, que é dinâmica, cada vez mais perfeita”, disse Ana Paula Martins.

Segundo o Ministério da Saúde, o novo formato foi concebido para divulgar, de “forma imediata e expedita”, as escalas dos serviços de urgência disponíveis, ainda que, por “constrangimentos inultrapassáveis”, estes dados possam sofrer alterações pontuais.

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