O primeiro-ministro manifestou hoje abertura para “receber propostas e contributos” sobre a revisão da lei laboral, recusando que a proposta do Governo signifique qualquer “retrocesso civilizacional” e que o executivo esteja neste processo com arrogância.
Um dia depois de ter recebido a CGTP sobre a revisão da lei laboral, Luís Montenegro presidiu hoje, na residência oficial em São Bento (Lisboa), à cerimónia de assinatura do Acordo Plurianual 2026-2029 de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública, aproveitando para responder às críticas desta central sindical.
“Ainda ontem disse a uma das centrais sindicais que estamos disponíveis e abertos para receber propostas e conformar as nossas propostas a esses contributos dentro do espírito de salvaguarda dos princípios que queremos atingir”, afirmou.
Montenegro defendeu que “o país não precisa de uma querela, do tremendismo, dos que vem neste propósito um retrocesso civilizacional, mas dos que veem na capacidade transformadora, no reformismo positivo” a possibilidade de o país se desenvolver mais.