A Secretaria Regional de Economia, Turismo e Cultura, através da Direção Regional dos Arquivos, das Bibliotecas e do Livro (SRTAC/DRABL), o Departamento de Cultura da Câmara Municipal do Funchal (CMF) e a Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira promovem o projeto Colóquios Literatura Madeirense, cuja segunda edição terá lugar no Arquivo e Biblioteca da Madeira, no Teatro Municipal Baltazar Dias e no Colégio dos Jesuítas, entre amanha e sábado.
A abertura oficial realiza-se amanhã às 09h30, no Auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira. O Secretário Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, marca presença no evento.
O II Colóquio Literatura Madeirense associa-se à Feira do Livro do Funchal e à comemoração de duas efemérides literárias.
“Desta vez os 50 anos do projeto Ilha, que a partir 1975 agitou o meio literário funchalense, dando à estampa antologias coletivas e livros individuais de alguns dos mais relevantes nomes da poesia madeirense das últimas décadas do século XX; e os 200 anos de Camilo Castelo Branco, autor canónico do oitocentismo literário português que não só foi leitor de autores insulares do passado e seus contemporâneos, como foi um interessado pela história da Madeira e pelos imaginários associados ao arquipélago”, lê-se em comunicado.
O encontro destina-se a investigadores, professores, técnicos superiores e demais interessados com o objetivo de aprofundar conhecimentos sobre o sistema literário madeirense, procurando contribuir quer para a divulgação do património literário do arquipélago e para a análise crítica do fenómeno literário contemporâneo na região, quer para a promoção do livro e da leitura.
O secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, sublinha “a relevância deste Colóquio enquanto espaço de encontro, de estudo e de valorização da criação literária madeirense”, acrescentando que, “a segunda edição deste projeto confirma o papel central que a literatura e os seus protagonistas desempenham na preservação e renovação da memória coletiva do arquipélago”.