Associação assinala Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Esta sexta-feira, dia 3 de dezembro, assinala-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

Nesse sentido, a Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Madeira, em parceira com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites, num comunicado enviado às redações, lembra que se trata de uma data para falar da diferença, vincar os direitos desta população, bem como relembrar à sociedade a existência dos mesmos e as suas lutas diárias.

“Atualmente as pessoas com deficiência, na sua maioria, querem ser uma voz ativa na sociedade e, procuram através da Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira e Associação Sem Limites, se expressar e defender os seus direitos. Somos muito procurados para darmos apoio na interpretação da legislação, nomeadamente o acesso ao dístico de estacionamento, a atribuição do multiusos, isenção de pagamento de IUC, benefícios do IRS, entre outros”, refere Filipe Rebelo, presidente da Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira.

Tal como vinca, um dos desígnios desta Associação é defender os direitos das pessoas com deficiência, procurando apelar junto das entidades governamentais e sociedade em geral para o respeito pelos direitos destas pessoas.

Procuramos ao longo dos anos assinalar este dia mostrando a importância desses mesmos direitos para a qualidade de vida destas pessoas. Ter acesso a serviços através da eliminação de barreiras arquitetónicas, ter o equipamento ortopédico adequado, ter algumas isenções e apoios financeiros, são alguns dos direitos que uma pessoa com deficiência possa viver com maior qualidade de vida, dentro das suas incapacidades e limitação”, indica.

Além disso, numa realidade mais atual, “temos vindo a reivindicar uma revisão da legislação do acesso ao emprego por parte das pessoas com deficiência, dado que a deficiência, tal como tudo, tem evoluído, e temos cada vez mais pessoas com deficiência que são autónomos, e são perfeitamente capazes de cumprir tarefas e auferir um rendimento mensal. São pessoas que também querem ser independentes financeiramente e ter uma vida o mais normal possível”, concluiu.