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PSD destaca economia social como motor de inclusão e emprego na Madeira

Data de publicação
29 Janeiro 2026
9:57

Do PSD, Bina Pereira, subiu ao palanque, centrando o seu discurso na economia social.

Defendeu que a economia social e solidária é um “pilar essencial do desenvolvimento económico, da inclusão social e da coesão territorial da Região Autónoma da Madeira”, sublinhando o papel “estratégico” do Governo Regional no reforço deste setor.

Na sua intervenção, a parlamentar destacou a dimensão e a importância das entidades da economia social espalhadas por toda a região. “Falamos de centenas de entidades espalhadas por toda a região, IPSS, Casas do Povo, Misericórdias, Associações e Fundações, que garantem respostas sociais a milhares de Madeirenses, todos os dias, onde o Estado, sozinho, não conseguiria chegar com a mesma proximidade, eficácia e humanidade”, afirmou.

Bina Pereira vincou que a economia social é feita, acima de tudo, de pessoas. “Falamos de trabalhadores qualificados, de dirigentes comprometidos e de milhares de voluntários que fazem da solidariedade um compromisso diário, uma economia que emprega, que integra, que forma e que cria valor social real na nossa região”, frisou.

A deputada foi clara ao estabelecer a ligação entre crescimento económico e justiça social, rejeitando discursos que os colocam em oposição. “Convém dizê-lo com clareza nesta Assembleia: não há economia social forte sem uma economia forte. Não há inclusão sem crescimento. Não há justiça social sem criação de riqueza. Quem tenta vender a ideia contrária está apenas a vender ilusões”, afirmou.

Nesse sentido, considerou que a Madeira se tornou uma referência nacional na economia social e solidária graças a uma governação consistente. “A Madeira é hoje uma referência nacional na economia social e solidária porque teve, ao longo dos anos, um Governo Regional que soube conjugar crescimento económico com responsabilidade social”, acrescentando tratar-se de “um Governo que governa com visão estratégica, contas certas e sentido de futuro”.

Segundo a deputada social-democrata, “todos os anos são investidos dezenas de milhões de euros no setor social da região”, um investimento que permite “manter milhares de postos de trabalho, diretos e indiretos, estáveis e não deslocáveis”, muitos deles ocupados por mulheres e jovens, assegurando respostas essenciais nas áreas da infância, envelhecimento, deficiência, saúde, inclusão e ação comunitária.

Bina Pereira destacou ainda a articulação da economia social com o Instituto de Emprego da Madeira, considerando-a um verdadeiro instrumento de combate às desigualdades. “A economia social e solidária é hoje um verdadeiro motor da empregabilidade inclusiva na Madeira”, sublinhou.

Para a deputada, estas entidades são também fundamentais para a coesão territorial. “Numa região como a nossa, com realidades distintas entre concelhos e freguesias, estas entidades garantem proximidade, presença no terreno e respostas ajustadas às necessidades locais”, contribuindo para reduzir desigualdades sociais e territoriais.

Na sua intervenção, Bina Pereira salientou que o Governo Regional vai além do financiamento. “Este Governo não se limita a financiar, organiza, capacita, moderniza e exige. Exige rigor, transparência e profissionalismo, porque a solidariedade não se improvisa”, apontou, referindo instrumentos como o mapeamento das entidades, o trabalho em rede e a qualificação da gestão.

A deputada destacou ainda o papel da inovação social e do voluntariado, elogiando “milhares de cidadãos que dão tempo, conhecimento e dedicação às causas sociais”, e iniciativas como a Feira das Vontades, que refletem “uma região solidária, participativa e comprometida”.

Relativamente ao futuro, Bina Pereira adiantou que o Orçamento da Região para 2026 reforça o investimento social, a modernização das entidades e a inovação social, integrando a economia social e solidária “numa estratégia mais ampla de crescimento sustentável”.

No encerramento, deixou críticas à oposição, sublinhando que “os madeirenses sabem distinguir muito bem quem governa de quem apenas comenta”, reforçando que “solidariedade não é palco, não é slogan, não é aproveitamento político”. Para a deputada, “solidariedade é trabalho sério, é compromisso permanente, é responsabilidade assumida”.

“A Madeira continuará a ser uma referência nacional na economia social e solidária porque tem um Governo Regional que sabe o que faz”, concluiu, acrescentando: “Enquanto alguns falam de solidariedade, este Governo pratica, criando riqueza para melhor a distribuir e colocando sempre as pessoas no centro das decisões.”

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