Pelo PS, Paulo Cafôfo declarou que “falta coerência de uma posição clara do PSD”, fundamentando que numa coisa PS e PSD estão de acordo: a extinção do cargo de Representante da República, o que, de resto, não é possível por impedimento constitucional.
Mas o socialista desmontou a ideia de que o PSD-M defende exatamente a extinção do cargo, evocando que o PSD pretende, isso sim, a substituição de nome apenas, passando do representante da república para mandatário da república, pelo que nota alguma fragilidade na posição trazida por Brício Araújo nesta manhã de trabalhos na ALRAM, a aclarar que a Madeira não precisa de “tutores”.
Na declaração política semanal, na ALRAM, o deputado Brício Araújo, PSD, lembrou que “não faz qualquer sentido que a República coloque na Região” alguém da República.