O JPP defende que a Assembleia Legislativa da Madeira reconheça o “legado único” do escultor Francisco Simões, falecido no passado dia dia 16.
Em comunicado, o JPP recorda a passagem do artista pela Região e destaca o “percurso pedagógico transformador” enquanto diretor da Escola da Ribeira Brava (1972 e 1975).
“O maior partido da oposição pede à Assembleia Legislativa da Madeira (ALRAM) que reconheça o contributo inestimável prestado à Região, quer através da sua atividade docente inovadora, quer através do seu vasto legado artístico pelo escultor falecido recentemente”, refere o comunicado.
O JPP lembra o Centro das Artes Francisco Simões, instalado na Quinta da Alegria, (mas desativado pelo próprio no ano passado), e uma das suas últimas obras, ‘A Professora’, instalada sobre a ponte que liga a Calçada da Caboqueira à Rua da Carreira.
“Foi um embaixador da cultura madeirense e um defensor incansável da democratização do acesso à arte. O seu falecimento, ocorrido a 16 de janeiro de 2026, deixa um vazio imenso no panorama cultural português e, em particular, na comunidade artística regional que o adotou como um dos seus maiores expoentes”, sublinha o Grupo Paralamentar do JPP.
Recorde-se que Francisco Simões era militante do Partido Comunista e residiu na Madeira em dois momentos distintos da sua vida; nos anos 70 e entre 2019 e 2025.