O líder do CDS na Madeira, José Manuel Rodrigues, considerou que o resultado das eleições presidenciais foi “surpreendente no país e na Madeira”.
Referiu, no entanto, que Seguro beneficiou da conjuntura. “No país, o excesso de candidatos da área do centro e da direita, levou à vitória de António José Seguro.”
Sobre André Ventura, entende ter sido a “expressão da subida do Chega, já visível nas eleições legislativas nacionais de maio do ano passado”. Mais “surpreendente”, foi o registo de Ventura na Madeira, que julga merecer “uma análise e reflexão aprofundada”.
“Pessoalmente, lamento que o candidato reformista, que apoiei, Gouveia e Melo, não tenha passado à segunda volta. O mesmo aconteceu, com Marques Mendes, candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS nacionais, que não cumpriu esse objetivo.
O CDS Madeira deu liberdade de voto aos seus militantes e dirigentes neste Domingo e vou propor ao partido que prossiga este caminho, dando liberdade de voto nesta segunda volta a todos os que estão filiados no partido na Região”, concluiu.