Alguns órgãos de comunicação social têm assumido como verdadeiro que o JM afastou uma jornalista após publicação de uma notícia, em julho de 2023.
A narrativa que circula em alguns órgãos nacionais baseia-se em documentos apensos à investigação judicial em curso, sustentados na ideia de que a notícia não terá agradado aos presidentes do Governo Regional, nem da Câmara do Funchal e que o Jornal terá sido censurado e a profissional afastada. Mais: persiste a noção de que a notícia em causa, publicada na edição impressa de 2 de julho de 2023, já não está no site do JM.
Nada mais falso.
A notícia continua no site do Jornal. Está nas páginas 12 e 13 da edição impressa e reservada a assinantes – como acontece com tantos outros conteúdos de todos os jornais do País.
A jornalista que assina essa notícia sempre esteve na Redação do JM, como facilmente pode ser confirmado com uma simples consulta da nossa ficha técnica.
E a Direção do Jornal não consegue vislumbrar matéria passível de ter sido alvo de censura numa notícia que é factual, que resulta de reportagem nunca desmentida, contrariada ou sequer alvo de algum comentário menos próprio. Uma simples visita ao nosso site permite facilmente concluir isso mesmo em tantos outros conteúdos publicados.