Paulo Cafôfo (PS), Gonçalo Camelo Maia (IL) e Miguel Castro já reagiram a Bruno Melim, relativamente ao projeto do projeto de proposta de lei à Assembleia da República, da autoria do PSD e do CDS/PP, intitulado ‘Altera o Decreto-Lei n.º 37-A/2025, de 24 de março, que define um novo modelo para a atribuição de um subsídio social de mobilidade no âmbito dos serviços aéreos entre o continente e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e entre estas Regiões’.
Paulo Cafôfo e Gonçalo Maia Camelo criticaram o conteúdo, pois o deputado do PSD aludiu à reivindicação dos madeirenses pagarem apenas 59 e 79 euros e essa reivindicação. Segundo o socialista e o liberal, não consta na proposta em discussão.
Para Paulo Cafôfo, o que efetivamente se passou foi que “deixaram o Luís trabalhar e o Luís trabalhou: fechou as portas de embarque”. prejudicando os madeirenses.
“Mais fácil uma escritura”. Gonçalo Camelo aditou que a nova regulamentação, “criou uma maldade para os madeirenses”, lembrando o requisito da inexistência de dívidas, “totalmente inadmissível, sob o ponto de vista jurídico”. Mais, criticou a série de novos documentos que serão necessários apresentar, ironizando que “é mais fácil fazer uma escritura de certificação de herdeiros do que pedir o subsidio de mobilidade”.
“60 votos do Chega. E do PSD?”. Já Miguel Castro, do Chega, projetou mais à frente.
Se ultrapassados todos os condicionalismos, se o documento chegar efetivamente à votação em São Bento. Se tal suceder, “terá 60 votos garantidos. E da parte do PSD, terá apenas três. São menos 57. Quem está afinal ao lado dos madeirenses?”, questionou.Grande trapalhada do Governo da República”, constatou, por seu turno, Sara Madalena, esperando que “seja aprovada aqui por unanimidade aqui”.