Do Chega, Manuela Gonçalves realçou existir “opacidade” no ISAL e lamenta o modus operandi que a instituição tem seguido, realçando que “deve ser a primeira interessada em apresentar relatórios”.
“Silêncio em matéria de acreditação no ensino é sinónimo de instabilidade”, averbou Manuela Gonçalves a exigir esclarecimentos.
“A autonomia regional implica responsabilidade acrescida”, fundamentava a deputada querendo saber, ademais, o “estado exato dos processos no ISAL”.
Decorre na ALRAM a sessão plenária n.º 68.