O Chega-Madeira defendeu hoje a necessidade de adotar reformas urgentes no setor da saúde na Região, comprometendo-se a assegurar um sistema “mais eficiente, acessível e digno para todos os madeirenses”.
Num comunicado enviado esta sexta-feira às redações, Miguel Castro, presidente e cabeça de lista do Chega, e Roberto Gonçalves, enfermeiro e candidato às eleições legislativas regionais de 23 de março, alertam para a necessidade de uma reforma profunda que garanta um serviço de qualidade, valorize os profissionais de saúde e reforce a confiança da população no sistema.
“A saúde é um pilar essencial da dignidade humana. É inaceitável que os madeirenses continuem a sofrer com tempos de espera desproporcionais e a falta de condições adequadas no Serviço Regional de Saúde. O Chega-Madeira apresenta soluções concretas para mudar este cenário”, afirmou Miguel Castro, citado na nota dirigida à comunicação social.
Entre as medidas propostas está a redução das listas de espera para consultas e cirurgias médicas, incluindo o recurso a centros de medicina privada sempre que os tempos máximos de espera sejam ultrapassados, sem qualquer custo adicional para o utente. Para isso, o partido pretende criar um ‘Cheque Saúde’, que permitirá aos utentes recorrer ao setor privado sempre que o Serviço Regional de Saúde não consiga garantir resposta dentro dos prazos aceitáveis. Além disso, o partido propõe incentivos financeiros e fiscais para médicos e enfermeiros, nomeadamente bonificações salariais e benefícios fiscais, com o objetivo de fixar mais profissionais de saúde na Madeira e garantir um serviço público de qualidade.
“Sem profissionais motivados e devidamente valorizados, não há um sistema de saúde eficaz. Temos de criar condições para que médicos e enfermeiros queiram trabalhar e permanecer na Madeira, garantindo um serviço que responda às necessidades da população”, defendeu Roberto Gonçalves.
O Chega reforça que “estas propostas são essenciais para um sistema de saúde mais justo e eficiente, colocando os cidadãos no centro das prioridades e assegurando que ninguém fica para trás quando o que está em causa é o acesso a cuidados médicos dignos”.