O presidente do grupo AFA, José Avelino Farinha, está a fazer uma intervenção prévia no arranque deste dia dos trabalhos da 15.* Comissão Parlamentar de Inquérito sobre "O favorecimento dos grupos económicos pelo Governo Regional, pelo presidente do Governo Regional e secretários regionais e ‘obras inventadas’, em face da confissão do ex-secretario regional Sérgio Marques, em declarações ao Diário de Notícias,… [de Lisboa] susceptível de configurar a prática de diversos crimes".
Avelino Farinha é um dos dois empresários que estão a ser ouvidos no parlamento regional sobre este tema, depois de ontem os deputados terem ouvido Luís Miguel de Sousa.
Hoje, chegou à assembleia e disse aos deputados que está pela segunda vez no parlamento regional, a primeira no hemiciclo, para falar sobre o mesmo assunto. "Fico muito triste por não me ter conseguido explicar bem, pelos vistos, na primeira vez", comentou.
Comprometeu-se a responder a perguntas "concretas e objetivas" dos deputados, mas disse não saber responder "a estados de alma nem a frustrações que estejam na cabeça das pessoas"
"Não sou político, não sou jornalista, nem comentador. Sou empresário e estou disponível para falar da minha empresa", clarificou.
A terminar a intervenção inicial, Avelino Farinha lamentou que,na Madeira, o madeirense com sucesso seja visto como "ladrão".
Alberto Pita