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António Filipe: “O único candidato que assume a valorização do trabalho e dos trabalhadores como prioridade”

Data de publicação
08 Janeiro 2026
15:43

A Comissão Regional de Apoio à candidatura de António Filipe às eleições presidenciais de 2026 realizou uma jornada de contacto com trabalhadores, com o objetivo de mobilizar para o voto naquele que diz ser “o único candidato que assume, de forma clara e consequente, a valorização do trabalho e dos trabalhadores como prioridade central da sua candidatura”.

Junto ao Hospital Dr. Nélio Mendonça, o membro da Comissão Regional de Apoio à candidatura de António Filipe, Ricardo Lume, sublinhou que, “face à ofensiva que hoje está a ser levada a cabo contra quem vive da sua força de trabalho, é determinante votar em quem está verdadeiramente comprometido com a defesa dos direitos laborais”. Ricardo Lume afirmou que, nestas eleições presidenciais, António Filipe “é o único candidato que coloca no centro das suas prioridades quem vive do seu trabalho, sendo por isso o verdadeiro voto útil para os trabalhadores, o voto que defende os seus interesses individuais e coletivos”.

Lume destacou, ainda, que os trabalhadores “não estão condenados a uma política que aprofunda a exploração, as injustiças e as desigualdades”. Enquanto Presidente da República, António Filipe utilizará “todos os meios institucionais ao seu dispor para travar retrocessos nos direitos laborais, nomeadamente para impedir a imposição do chamado Pacote Laboral, e para defender firmemente os direitos de quem trabalha”.

Como exemplo concreto da necessidade de dar força, apoio e voto a quem defende os trabalhadores, Ricardo Lume referiu a situação vivida na SESARAM, “onde as carreiras dos profissionais de saúde continuam por valorizar, apesar de sucessivas promessas nunca cumpridas”. “Uma realidade marcada por horários de trabalho desregulados, trabalho por turnos sem a devida compensação, abuso sistemático das horas extraordinárias, falta de recursos humanos que compromete o funcionamento dos serviços e a existência de trabalhadores com 20, 30 ou mais anos de serviço a auferirem salários próximos do salário mínimo nacional”, lê-se, em comunicado enviado às redações.

“A questão decisiva destas eleições presidenciais é clara: votar em quem está ao lado dos trabalhadores, em quem defende os seus direitos, em quem dá garantias de usar o cargo de Presidente da República para proteger quem trabalha”, remata a comissão de apoio.

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