o ADN - Madeira alerta, em comunicado para o facto de “estarmos a viver um ‘Inverno Demográfico’ refletido numa reduzida taxa de natalidade e um envelhecimento populacional acelerado, criando uma imagem preocupante para o futuro”.
“É indispensável garantir aos portugueses a possibilidade de terem os filhos que desejam, pois sabemos que essa vontade permanece intacta em muitas famílias. Para isso, é essencial implementar políticas que permitam aos jovens casais conciliar melhor a vida profissional com a familiar”, considera.
O ADN - Madeira vê a Educação como um pilar do futuro. “A educação desempenha um papel central na superação deste desafio. Portugal tem hoje uma geração de jovens altamente qualificados, que se movem num mundo cada vez mais acelerado, imprevisível e global. A formação de recursos humanos e a preparação de novos talentos são cruciais para atrair investimentos, gerar riqueza sustentável e desenvolver socialmente o país. É necessário investir em programas que promovam a parental idade, reduzam o abandono escolar e expandam o acesso a creches e pré-escolas acessíveis. Além disso, a educação deve continuar a evoluir, preparando os cidadãos para um futuro marcado pela inovação, criatividade e transição digital”, adita.
Para além da educação, o ADN - Madeira considera fundamental reforçar um suporte económico robusto. “Benefícios fiscais para famílias com filhos, subsídios diretos para apoiar os custos de criação de crianças e políticas de habitação acessível são medidas que podem aliviar o peso financeiro sobre as famílias. Garantir estabilidade no emprego, com contratos estáveis e salários competitivos, também é essencial para aumentar a confiança dos jovens em formar famílias”, explica.
O ADN - Madeira acredita que o futuro de Portugal consiste em acreditar nos seus jovens. “Eles são a chave para enfrentar os desafios do presente e construir um país mais próspero e inclusivo. Com políticas adequadas e um compromisso coletivo, só assim será possível transformar o ‘Inverno Demográfico’ num renascimento populacional e social”, remata.