A ACR (Ação Católica Rural), realizou o Conselho Nacional Extraordinário, com representantes de 8 Dioceses em que a ACR está implantada (Aveiro, Braga, Coimbra, Funchal, Guarda, Santarém, Viana do Castelo e Viseu), bem como a Equipa Nacional, nos dias 22, 23 e 24 de abril, na diocese do Funchal.
O primeiro dia foi dedicado ao convívio, tão necessário nesta realidade pós pandémica, colmatado com uma profunda oração da noite que marcava o "sim" dos presentes. No dia 23, sábado, o Conselho recebeu as boas vindas por parte da equipa diocesana do Funchal bem como do seu Assistente, o Pe Hélder Gonçalves que referiu que "a Acção Católica são os Atos do Apóstolos de hoje". Numa reflexão feita pelo Pe João Gonçalves que provocou o Conselho com a questão "Que esperamos quando dizemos que esperamos?" fomos recordados que "a esperança é uma dimensão fundamental da fé" e que "a esperança última para os cristãos - antes, durante e após a pandemia - é sempre a mesma: Cristo". Numa avaliação e reflexão sobre o movimento, os militantes referiram a dificuldade em motivar para voltar ao ativo e a influência de que os constantes isolamentos tiveram para o afastamento de muitos. Foi destacada a dinâmica da passagem da Cruz ACR JMJ pelas dioceses como motivador para jovens e adultos. Foi ainda refletida a próxima Assembleia Nacional de Delegados a realizar nos dias 9 e 10 de julho. No momento da Eucaristia o Conselho foi provocado por D. Nuno Brás, Bispo do Funchal, a "pedir ao Senhor que Ele nos dê esta graça de a fé despertar em nós este novo olhar, este novo modo de ver a realidade que está aqui diante de nós". No Domingo, os militantes tiveram oportunidade de refletir a revista Mundo Rural e na dificuldade de, nos dias de hoje, haver "leitores de papel". Foi assumido o compromisso de ser testemunho de acolhimento e esperança, aceitar desafios e trabalhar próximo dos grupos de base para Ser e Viver para Transformar
Décio Ferreira