O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) confirmou no sábado que um adepto que estava no estádio na final da Taça da Liga perdeu a vida após sentir-se mal durante a partida.
“Lamentar um adepto que se sentiu mal, foi para o hospital e chegou agora a triste noticia que faleceu. Os meus sentimentos para a família, amigos e clube que representava. Mas, a vida tem de continuar e é preciso dizer que esta festa foi muito bonita”, afirmou Reinaldo Teixeira após partida em que o Vitória de Guimarães bateu o Sporting de Braga por 2-1.
Para o líder da LPFP, a final da 19.º edição da prova foi “um hino ao futebol” e reforçou o objetivo de tornar a Taça da Liga ainda mais importante no calendário nacional.
“O futebol precisa de alegria, motivação, jogo com emoção e que no final haja final feliz. Esta final teve todas as razões para continuarmos a fazer desta competição ainda maior”, frisou o dirigente.
De acordo com a imprensa, um adepto do Sporting de Braga, de 65 anos, sentiu-se mal no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, e acabou por perder a vida já no hospital.
O Vitória de Guimarães conquistou no sábado pela primeira vez a Taça da Liga, ao vencer o rival Sporting de Braga, por 2-1, em Leiria, após reviravolta, novamente com um golo de Alioune Ndoye.
Na inédita final entre os rivais minhotos, o Sporting de Braga adiantou-se no marcador, aos 17 minutos, por Dorgeles, de livre direto, tendo o Vitória de Guimarães chegado ao triunfo com golos de Samu, de grande penalidade, aos 59, e de Ndoye, que já tinha ‘bisado’ frente ao Sporting, na meia-final (2-1), aos 83.
O Sporting de Braga, que procurava o quarto troféu, na sua sexta final, podia ter relegado a decisão para as grandes penalidades, não fosse o guarda-redes vitoriano Charles ter defendido um castigo máximo cobrado por Zalazar, aos 90+11.
Após a terceira reviravolta na prova - já tinha vencido 3-1 no terreno do líder da I Liga, FC Porto, nos quartos de final - o Vitória de Guimarães, que sucede no historial ao Benfica, recordista de títulos, com oito, torna-se no sétimo clube a erguer a Taça da Liga, em 19 edições, naquele que é o seu terceiro troféu nacional, depois da Supertaça Cândido de Oliveira de 1988 e da Taça de Portugal de 2012/13.