A TáxisRAM, em nota enviada ao Jornal, diz que o setor continua disponível para resolver, por via institucional, os problemas que considera que persistem no Porto do Funchal, os quais deram já origem a duas manifestações.
De acordo com o presidente, Paulo Pereira, foram feitas diligências junto das entidades competentes e apresentadas “soluções concretas”.
Todavia, até ao momento, “não houve resposta prática, mantendo-se uma situação de desigualdade de regras entre operadores que não beneficia nem os trabalhadores, nem a imagem da Região”.
Mais deixa claro que “o setor do táxi não pede privilégios”, mas sim “regras iguais, cumprimento da lei e transparência num espaço público estratégico”.
“Enquanto presidente da TáxisRAM, reafirmo que a via do diálogo permanece aberta, mas este processo já exige uma decisão política clara, capaz de pôr termo a um problema que ultrapassou o plano técnico”, expõe Paulo Pereira, garantido que os taxistas irão continuar “a agir com responsabilidade, sentido institucional e respeito pela população, aguardando que quem tem a responsabilidade de decidir assuma essa decisão”.