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Governo Regional lança novo site para centralizar informação sobre rastreios de saúde

Data de publicação
03 Fevereiro 2026
12:15

O Governo Regional da Madeira apresentou hoje o novo site dedicado aos rastreios de saúde, uma plataforma digital que pretende centralizar toda a informação sobre os programas de prevenção disponíveis na Região.

Segundo a secretária regional da Saúde e Proteção Civil, Micaela Freitas, o objetivo passa por facilitar o acesso das pessoas à informação. “Estamos aqui para apresentar o site dos rastreios. É um site que vai concentrar tudo o que é informação dos rastreios que são feitos na Madeira”, explicou.

A governante afirma que esta plataforma procura esclarecer as dúvidas essenciais sobre cada programa. “Quando digo informação, estou a falar sobre o que é o rastreio, quais são os objetivos, onde é que se deve dirigir e com quem é que pode falar”, frisou, explicando que “através do site, os utentes podem ainda ser encaminhados para o portal do utente, onde conseguem consultar a sua situação individual”, acrescentou.

Atualmente, estão ativos cinco a seis rastreios na Região, incluindo o rastreio do cancro do colo do útero, do cancro do cólon e reto, do cancro da mama, do retinopatia diabética, da saúde visual infantil. A estes junta-se um programa mais recente, direcionado à doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). “Este rastreio foi implementado em novembro de 2025”, referiu a responsável pela tutela.

De acordo com a secretária regional, o novo site surge como um complemento às ferramentas já existentes. “Nós já tínhamos o ‘contact center’, onde qualquer pessoa podia ligar e ter a informação que pretendia. O site é mais uma ferramenta para chegar às pessoas”, afirmou referindo que esta “é uma ferramenta que permite a transparência, para todos sabermos como é que funcionam os rastreios e se estamos abrangidos ou não”.

Relativamente ao rastreio DPOC, Micaela Freitas revelou que, cerca de 700 pessoas já aderiram ao rastreio, reconhecendo que ainda existem dúvidas por parte da população, uma vez que é um rastreio recente. “O que nós fazemos é esclarecer quais são os benefícios da deteção precoce desta doença, para que as pessoas consigam e queiram aderir”.

Micaela Freitas, questionada sobre o acompanhamento dos doentes após os resultados positivos, relativamente ao rastreio do cólon e reto, a mesma admitiu que “o rastreio do colo retal passou por alguns constrangimentos, não só fruto de não termos tantos gastroenterologistas como desejaríamos no Serviço Regional de Saúde”, explicou, acrescentado que o problema foi ultrapassado.

“Neste momento são três entidades que têm convenção com o IA Saúde”. “As pessoas vão a estes locais e fazem a colonoscopia. É verdade que no início houve algumas entropias que já foram ultrapassadas em alguma medida. Muito brevemente vai ser publicada uma alteração à convenção que vai permitir que as credenciais sejam feitas em conjunto e não isoladamente, dependendo dos prestadores”.

A governante anunciou ainda melhorias em breve. “Muito brevemente vai ser publicada uma alteração à convenção que vai permitir que as credenciais sejam feitas em conjunto e que os médicos de Medicina Geral e Familiar também prescrevam as colonoscopias”, o que, segundo a responsável, “vai facilitar e agilizar o processo”.

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