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Chega rejeita existência de entendimento com o PSD

Data de publicação
29 Maio 2024
10:53

O Chega-Madeira rejeitou, numa nota enviada às redações, a ideia de que já garantiu ao PSD-Madeira que irá viabilizar o novo governo e afirma que está a analisar o atual momento da política regional.

O líder do Chega-Madeira, Miguel Castro, afirma que o partido fala por si mesmo e critica a tentativa de Miguel Albuquerque de condicionar as escolhas do grupo parlamentar eleito pelo Chega para a Assembleia Legislativa da Madeira.

“O PSD-Madeira engana-se se pensa que fala pelo Chega ou que vai condicionar, na comunicação social, as escolhas do Chega. Para nós, todos os cenários estão ainda em cima da mesa e a escolha do nosso caminho será sempre nossa e nunca do PSD-Madeira.”

Miguel Castro também critica a postura dos partidos que já andam a celebrar alianças, traindo os eleitores madeirenses que exigiram, nas urnas, a reforma do sistema político. Para o líder do Chega, os deputados eleitos devem analisar bem a mensagem que lhes foi transmitida pelo eleitorado, antes de se lançarem em jogos de poder.

“Durante a campanha, JPP e CDS andaram a dizer aos madeirenses que eram alternativas ao sistema, mas, agora, provam que não são alternativa a coisa alguma. O CDS, uma vez mais, prova que nasceu para ser muleta do PSD e que não vive sem o PSD. O JPP, que se diz contra a corrupção, lançou-se nos braços de Paulo Cafofo, que está a ser investigado por corrupção.”

A concluir, o presidente e líder parlamentar do Chega-Madeira reforça a ideia de que o partido está ainda a analisar o contexto político e que a decisão sobre qual será a sua posição face ao governo indigitado resultará apenas do diálogo interno e não das pressões de Miguel Albuquerque.

“Não somos pressionáveis e não vamos ceder à pressa de um PSD que está desesperado para voltar ao poder, a qualquer custo. Os madeirenses deram um sinal nas urnas e expressaram uma opinião concreta quanto à liderança de Miguel Albuquerque. Temos de ter a capacidade de interpretar esses sinais e é isso que procuraremos fazer, sem comprometer a nossa coerência e sem ceder a pressões externas”, conclui.

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