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Chega exige valorização dos bombeiros

Data de publicação
14 Maio 2024
12:28

A candidatura do Chega-Madeira à Assembleia Legislativa da Madeira reuniu esta manhã com uma representação do Sindicato dos Bombeiros Sapadores. O encontro permitiu ao referido sindicato transmitir aos candidatos do partido algumas das suas preocupações no âmbito da atividade profissional dos seus associados.

“Em específico, os bombeiros chamaram a atenção dos candidatos para questões que consideram fundamentais, nomeadamente a revisão das tabelas salariais, a classificação da profissão como profissão de risco e desgaste rápido, a criação de um regulamento de insígnias e uniformes, a definição de efetivos mínimos segundo com critérios claros e a definição de um horário de trabalho devidamente legislado”, refere o Chega.

Estes temas, que, na opinião do sindicato, continuam sem resolução, já motivaram várias manifestações públicas de insatisfação da parte dos profissionais, porém as suas exigências continuam sem resposta.

“As reivindicações que nos foram trazidas pelos bombeiros são apenas justas e é o nosso entendimento que temos de ir mais além e pender também nos voluntários, pois enfrentam problemas igualmente graves, assim como discrepâncias salariais que não fazem sentido.”

Reforçando a ideia de que todos os bombeiros, quer sapadores, quer voluntários, merecem carreiras dignas, o presidente do Chega sublinha o papel humanitários dos bombeiros como linha de defesa que protege a sociedade de vários perigos.

“Estamos a falar de homens e mulheres que são a nossa principal linha defesa face a inúmeros perigos e que desempenham uma missão fundamental de proteção e salvamento em vários contextos. Por isso, é com atenção, prazer e sentido de ajuda que ouvimos estes profissionais e que procuraremos dar seguimento aos seus pedidos, quer na Madeira, quer através do nosso grupo parlamentar na República”, observou Miguel Castro, cabeça de lista do partido à Assembleia Legislativa da Madeira.

A juntar a isto, o candidato do Chega sublinhou a “demonstrada falta de vontade” dos partidos ditos do sistema, nomeadamente PSD e PS, em dar respostas aos problemas levantados pelos bombeiros.

“A postura que PS e PSD têm tido quanto aos bombeiros é vergonhosa e limita-se a declarações de boas intenções. Os bombeiros, quer voluntários, quer sapadores, estão fartos de elogios e procuram soluções concretas para os desafios que os condicionam há demasiado tempo. Efetivamente, PSD e PS não têm soluções para quem trabalha, nem para o cidadão comum”, conclui.

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