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CDU coloca trabalhadores no “topo da agenda”

Data de publicação
17 Maio 2024
18:27

A campanha eleitoral da CDU promoveu esta sexta-feira um encontro com dirigentes e ativistas sindicais, no Museu da Casa da Luz, onde Edgar Silva, cabeça-de-lista desta candidatura, afirmou que “a justiça social precisa mais” desta força partidária.

No púlpito, Ricardo Lume sublinhou o reconhecimento dos intervenientes pelo facto de “ao longo das últimas legislaturas” a CDU ter sido “a única força partidária que levou os problemas dos trabalhadores à assembleia regional”.

“A CDU foi a força política que mais propostas apresentou em defesa dos trabalhadores”, disse, ao que adiantou que urge “transformar o prestígio junto dos trabalhadores em votos”. Isto porque, segundo Ricardo Lume, apesar das conquistas alcançadas, “estão em andamento velhas e novas formas de perpetuar a política de exploração e empobrecimento” da Região, baseada na “precariedade laboral e nos baixos salários”.

Por seu turno, Sílvia Vasconcelos, mandatária regional desta candidatura, falou na necessidade de reforçar a força da “única candidatura capaz de garantir a valorização do trabalho e dos trabalhadores e os direitos das populações”.

Já Edgar Silva referiu que o voto nesta força partidária é o “único que, nesta Região, dá mais força aos trabalhadores e à luta pelos direitos”.

De acordo com o cabeça-de-lista, apenas e só o voto na CDU assegura que os problemas dos trabalhadores sejam apresentados no Parlamento. “Só o voto na CDU dá a garantia de que os direitos dos trabalhadores são defendidos na Assembleia Regional. De outro modo, as vozes dos trabalhadores não chegam ao Parlamento da Madeira”, concretizou.

E, por isso, o candidato lançou uma série de questões ao público presente: “Que outra candidatura coloca os direitos dos trabalhadores? Que outro deputado faz da força do trabalho a prioridade política e prioridade paramentar? Alguém consegue indicar algum deputado que, a não ser o da CDU, na Assembleia Regional tenha esta missão de ser a voz dos trabalhadores?”

A finalizar, Edgar Silva sublinhou que a “questão laboral é a chave da questão social” e, deste modo, segundo o cabeça-de-lista da CDU, “não será possível assumir a batalha pela justiça social sem que os problemas do trabalho estejam no topo da agenda política”.

“Não haverá um consequente empenho no combate às desigualdades sociais nesta terra sem que sejam encarados os problemas dos baixos salários, da precariedade e da exploração dos trabalhadores. Por isso, dizemos, a justiça social precisa de mais CDU”, rematou.

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