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Artigo de Opinião

3/07/2021 08:01

15 milhões em Reabilitação Urbana, era a primeira premissa. Confeitaria Felisberta, diz-vos alguma coisa? Adiante então.

Programa de Arrendamento Jovem. Para além de ser premente fixar pessoas no centro da cidade, já todos percebemos que parte do problema actual de insegurança prende-se com a desertificação, têm de ser dadas oportunidades aos jovens de evolução e independência. Isto não basta andar de camisa sem gravata e mangas arregaçadas para atrair a juventude. A segunda medida eleitoral, pelas pessoas, e neste caso em concreto, pela juventude, nunca viu a luz do dia.

15 milhões de investimento na qualidade de vida nas Zonas Altas. Tenho de admitir que adoro os que enchem a boca para falar nas zonas altas sem nada perceberem assunto. Corria então o ano de 2017 e a tal coligação anuncia milhões para a qualidade de vida nestas zonas. Devem estar certamente a referir-se às bolsas de estacionamento no Livramento e Tanque, na freguesia do Monte, no Caminho do Curral Velho, no Caminho do Pomar Miradouro e no Caminho do Trapiche, em Santo António, que nunca fizeram. Ou melhor, serão certamente as novas acessibilidades da Vereda do Camacho, do Ribeiro Lavadouro, da Vereda do Corgo e o mais do que anunciado, alargamento do Caminho do Jamboto. Afinal também parece que não. A tal qualidade de vida, disseram-me, é atestada pelos moradores das zonas altas do Galeão, em São Roque, se precisarem de uma mapa para lá chegarem, avisem. Estes funchalenses, estão há três anos, leu bem, três anos, praticamente sem água nas suas casas.

Polícia Municipal. Escusar-me-ei a comentar o fetiche, da tal trupe coligada, por fardas e um novo corpo policial.

Termino então com os 10 milhões na recuperação de todos os bairros sociais camarários. Este valor anunciado em 2017 tem levado com pó de fermento a cada ano que passa. Neste momento vai nos 28 milhões até 2024. O que vale é que basta ir até ao Bairro da Quinta Josefina e perceber que nada foi investido. Subir um pouco até ao Bairro da Ribeira Grande e ver que nada foi feito. Subir um pouco mais a cota até ao Bairro das Romeiras e observar novamente o engano. Se cruzarmos a cidade, vamos até Bairro de Santa Maria, conhecer a Dona Tânia e a sua família, que vivem numa casa, entregue por esta coligação, para a qual a própria Protecção Civil Municipal atestou não ter condições de habitabilidade.

Tudo o resto que não refiro são os casos acumulados de políticas ineficazes, truques de contabilidade e licenças "sambáticas". Eu acredito que os funchalenses, a esta altura, já perceberam quem está a nadar sem calções.

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