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Artigo de Opinião

12/02/2022 08:00

A economia portuguesa que não depende do Estado é escassa, e isso gera toda uma série de constrangimentos que não permitem termos um País, no qual seja atrativo viver. Em Portugal ninguém vive, apenas sobrevive. Com mais uma era hegemónica de socialismo, forçosamente alicerçada num estado mais interventivo, que voltará a esmifrar os poucos portugueses que conseguem gerar alguma riqueza, e que os vai soterrar na volumosa e impiedosa carga fiscal, os próximos anos serão de empobrecimento, mesmo que nos acenem de bazuca. Será, porventura, mais sensato fugir.

Enquanto Rui Rio desmascarou e bem o escândalo do salário médio português, e nos extasiamos com a cartada da viagem da TAP para espanhol passear e português chular, o que o povo ouviu foi a cantilena socialista do aumento do salário mínimo.

Pensar que era possível o PSD ganhar estas eleições, quando atualmente existe uma larga maioria de portugueses cujo rendimento depende diretamente do Estado, foi uma ilusão que se pagou caro.

No final, todos aprendemos uma grande lição. Embora o caminho de prosperidade se encontre no aumento sustentável da remuneração do trabalho e do salário médio, no apoio ao tecido empresarial nacional e no aumento da competitividade fiscal, não há militância que perdure mais e seja mais fiel que a que depende do salário mínimo, dos subsídios, das reformas e pensões.

Os militantes do tofu

Que os militantes do PAN não têm nada de fofinho sem ser o nome já todos tínhamos percebido. Aquela alteração estatutária, no ano passado, que permite à Comissão Política suspender preventivamente qualquer militante, deixou aquele travo a rolha e a ditadurazinha vegan. Inês Sousa Real, após ter conseguido dizimar o grupo parlamentar do seu partido a um só deputado, e não, não foi consequência da emissão de gases com efeito de estufa, vê vários membros da sua Comissão Política a baterem com a porta por alegada "asfixia democrática". Se calhar plantavam umas boas árvores, a ver se a malta começava a respirar melhor.


Santo António

Se há militância na qual me revejo é a dos meus companheiros de partido, que mais uma vez tiraram do seu tempo e vestiram de forma abnegada, a camisola bicolor destas eleições legislativas. Foi uma campanha dura, com direito às quatro estações do ano, num contrarrelógio frenético contra os dias curtos. A todos os que se juntaram a nós, a todos os que fizeram esta caminhada connosco, a todos os que disseram presente quando o partido precisou de vós, o meu sincero obrigada. Na freguesia vínhamos de uma derrota, em 2019, nestas eleições, mas o trabalho e a entrega com que participaram, esteve certamente na base da recuperação e da vitória do nosso partido, agora em 2022. Seguimos fortes e conectados, rumo a 2023.

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