"A guerra e a pandemia vieram lembrar que no limite, é mesmo o Estado que resta. O futuro não é liberal, o futuro é o estado social", disse António Costa na reta do discurso em que apresentou os quatro eixos do programa do Governo.
Segundo o primeiro-ministro, a atual conjuntura exige que "todos cuidemos dos mais frágeis que o Estado crie condições" e sublinhou que "a maioria absoluta não é poder absoluto".
Forças armadas mais fortes, proteção democrática, descentralização local e descentralização regional, aeroporto e comboio a alta velocidade foram questões lançadas por António Costa como preocupações que nortearão o novo governo.
Iolanda Chaves