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Ucrânia: Kiev reivindica morte de 200 paraquedistas russos em ataque a base

JM-Madeira

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Data de publicação
26 Agosto 2022
18:48

Cerca de 200 paraquedistas russos morreram num ataque de tropas ucranianas a uma base militar russa na cidade de Kadiivka, reivindicou hoje o chefe da administração militar de Lugansk, Serhiy Haidai.

Numa mensagem na rede social Telegram, citada pela agência Ukrinform, Haidai explicou que as forças armadas ucranianas fizeram "explodir" o hotel Donbass, em Kadiivka, onde os russos têm uma base desde 2014.

O Estado-Maior Geral das Forças Armadas da Ucrânia avalia as baixas entre as tropas russas, desde o início da invasão russa da Ucrânia, em cerca de 46.250, referindo 400 nas últimas 24 horas.

De acordo com a lista divulgada pelas autoridades ucranianas na rede social Facebook, entre 24 de fevereiro e 26 de agosto as forças ucranianas também destruíram 1.936 tanques, 4.251 veículos blindados de combate, 1.040 sistemas de artilharia, 272 sistemas de foguetes de lançamento múltiplo (MLRS) e 148 sistemas de defesa antiaérea.

As tropas russas também terão perdido 234 aeronaves, 202 helicópteros, 834 veículos aéreos não tripulados táticos operacionais, 196 mísseis de cruzeiro, 15 navios, 3.162 veículos-tanque e camiões e 99 equipamentos especiais.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas - mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa - justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os setores, da banca à energia e ao desporto.

Na guerra, a ONU apresentou como confirmados 5.587 civis mortos e 7.890 feridos, sublinhando que os números reais são muito superiores e só serão conhecidos no final do conflito.

Lusa

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