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‘Madeira Primeiro’ defende menos burocracia e mais apoios do Estado à agricultura regional

Data de publicação
25 Fevereiro 2024
14:46

Ainda que sublinhando a importância dos apoios que foram transferidos pelo IFAP , a candidatura ‘Madeira Primeiro’ defendeu, hoje, um sistema “com menos burocracia e maior capacidade de agilização dos procedimentos que garantem, efetivamente, estas ajudas”, sob pena de colocar a produção e o rendimento de milhares de famílias madeirenses em causa.

Declarações feitas à margem de uma visita ao Santo da Serra, onde o candidato Bruno Sousa criticou o facto destes pagamentos terem sido atrasados, ao que foi veiculado, por causa de não ter sido lançada, atempadamente, uma plataforma de candidatura a estes auxílios, pelo Ministério da Agricultura.

“Aquilo que nos viemos aqui defender é menos burocracia em todo este processo, para que, efetivamente, se possam garantir todos estes apoios que são fundamentais para os nossos Agricultores e, consequentemente, para milhares de famílias Madeirenses que dependem deste setor”, frisou, vincando que deixar mais de 11 mil agricultores meses à espera deste dinheiro, que lhes é tão importante, apenas por uma questão processual exige, efetivamente, uma mudança para o futuro.

Bruno Sousa que, nesta oportunidade – e lembrando que a defesa da agricultura regional é uma das prioridades da candidatura que integra, assim como a exigência de um novo olhar e de uma outra atenção da República para com os Agricultores da Madeira – defendeu mais apoios do Estado nesta área, em complemento àqueles que a Região tem vindo a assumir e garantir, não só no sentido de valorizar quem já se dedica a esta atividade mas, também, para atrair e valorizar os Jovens Agricultores, motivando-os para a necessária transição que se impõe a uma agricultura cada vez mais sustentável.

“Julgamos que o novo Governo da República tem de colocar esta situação na agenda e colocar este setor num lugar central nas suas políticas públicas, de forma a garantirmos a ajuda àqueles que trabalham a Terra e que, por outro lado, se valorize e reconheça, igualmente, este fator económico essencial não só para o País, mas, também, para cada uma das Regiões Autónomas”, rematou.

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