Ricardo Lume, do PCP, na continuação da defesa à sua proposta para um plano regional de combate à contratação ilegal e precariedade laboral, lamentou que o Governo Regional promova os contratos temporários, apesar de advogar o contrário, até com a criação de um programa para combater o problema.
Isso porque, em dezembro de 2016, a Função Pública tinha 606 trabalhadores com contratos a prazo e, em dezembro de 2022, o número era de 1205.
Cláudia Gomes, do PSD, lembrou que os contratos a termo e de curta duração são legais, mas não devem ser usados de forma abusiva pelas empresas e, nesse sentido, diz que tem de haver denúncia e fiscalização.
Paula Abreu