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Chega diz que pessoas e autonomia são suas bandeiras

Data de publicação
16 Abril 2024
12:56

“A realização de eleições legislativas regionais na Madeira no próximo mês de Maio não é uma circunstância que passe ao lado da vida do parlamento nacional. Pelo contrário, os partidos com representação na Assembleia da República estão a acompanhar com proximidade o contexto político regional, cientes da dialética que urge estabelecer entre a conjuntura legislativa nacional e os intervenientes na vida partidária regional”, referiu o Chega num comunicado hoje divulgado.

Francisco Gomes, deputado madeirense do Chega na Assembleia da República, acredita que os madeirenses são “um povo informado e atento” ao que se passa na Região, pelo que saberão escolher com consciência, prudência e elevado sentido de responsabilidade o futuro que querem para a Madeira e para o Porto Santo.

“Os madeirenses e os porto-santenses sempre foram pessoas de Bem e sempre foram um povo de cultura, tradição, família e valores. Aliás, sempre foram, e são, um povo lutador, defensor dos seus direitos e, por isso, sempre rejeitaram a extrema-esquerda, o comunismo e o socialismo. Em boa verdade, socialismo, comunismo e extrema-esquerda nunca entraram na Madeira.”

Quanto aos desafios que se deparam aos partidos que vão a votos, em especial o Chega, Francisco Gomes aponta ao que acredita ser uma diferença fundamental entre o Chega e os ditos partidos do arco da governação.

“O enfoque do partido, quer a nível nacional, quer a nível regional, é apoiar as pessoas e garantir uma repartição mais justa dos rendimentos gerados pelo seu trabalho e pela economia do mercado. Ao contrário do PSD e do PS, que querem distribuir a pobreza por todos, nós queremos criar riqueza e repartir a riqueza criada de forma justa pelos cidadãos, sejam os do continente, sejam os das autonomias atlânticas.”

A concluir, Francisco Gomes reforça o papel central que o aprofundamento da autonomia tem no pensamento do Chega e no projeto político que o partido ambiciona implementar no país.

“Um dos nossos grandes desafios, como partido, é ajudar a criar as condições políticas que levem ao aprofundamento da autonomia, seja através do reforço dos poderes dos órgãos de governo próprio, da criação de um sistema fiscal próprio, da revisão da Lei das Finanças Regionais, da criação de uma linha ‘ferry’ entre o continente e a Madeira ou do cumprimento dos compromissos do Estados na Região, nomeadamente junto dos funcionários judiciais e das forças de segurança.”

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