De hoje a um mês os madeirenses vão votar pela terceira vez, em ano e meio, para eleger o Parlamento da Madeira.
“O povo está farto de campanhas e está cansado de eleições, mas esta crise política que levou a estas eleições deve-se à incapacidade de alguns partidos e à irresponsabilidade de outros”, começa por apontar o CDS.
“O PSD revelou incapacidade para resolver os seus problemas judiciais e para acabar com as suas divisões internas e os partidos da oposição demonstraram irresponsabilidade ao rejeitarem o Orçamento para este ano e ao derrubarem o Governo”, criticou, frisando que, no meio desta instabilidade, o CDS “foi o único partido que mostrou sentido de responsabilidade, procurando sempre a estabilidade e a governabilidade da Região”.
É por isso que, segundo o CDS, dentro de um mês, há três escolhas possíveis: “ou se vota na incapacidade do PSD em arrumar a casa e em ter competência negocial para dar um Governo para 4 anos à Madeira, ou se vota no PS e na esquerda que se uniu à extrema-direita para lançar a Madeira no caos político e em novas eleições, ou se vota na alternativa CDS que sempre, mas sempre demonstrou Sentido de Responsabilidade e que procurou a estabilidade e a governabilidade para a Região, sobrepondo os interesses regionais aos seus interesses partidários”.
O partido sublinha, por isso, que “um voto no CDS é um voto seguro, é um voto em gente de confiança, é um voto na esperança de que a Madeira pode ser melhor do que esta pântano político que foi criado no último ano”.
O CDS indica ainda que Santana é um bom exemplo de uma governação CDS, “credível, honesta, competente, responsável e dirigida a resolver os verdadeiros problemas das pessoas, afinal é para isso que serve a política”.
Desde há um mês que o CDS tem vindo a apresentar, diariamente, propostas e soluções para ampliar a Autonomia, regenerar a governação regional, recuperar o poder de compra da classe média, através da redução de impostos, reformar os serviços de saúde, melhorar as pensões dos idosos e dar oportunidades aos mais jovens, com acesso à habitação e com melhores salários.
“É isso que o CDS vai continuar a fazer. Por cada insulto apresentaremos uma proposta; por cada acusação responderemos com uma solução”, remata.