Juntos seguimos e conseguimos

Apesar da pandemia e subsequente crise económica, Portugal está a recuperar, estando neste momento alguns dos indicadores melhores do que estavam antes da crise pandémica.

O crescimento económico está de volta e os números do desemprego estão novamente bastante baixos. A OCDE prevê que Portugal seja o país com maior crescimento entre os seus membros. Este é um claro sinal de que as políticas desenvolvidas pelo Partido Socialista foram bem pensadas, dando-nos assim esperança de um futuro mais risonho. Apesar dos tempos difíceis, foi possível aumentar o salário mínimo para valores impensáveis, e que até mereceram a discordância do líder nacional do PSD, Rui Rio, assim como do líder regional, Miguel Albuquerque. E se o líder nacional do PSD está na oposição, sendo por isso a sua vontade pouco relevante, já cá, na região, o líder regional do PSD é também Presidente do Governo Regional, acarretando assim maiores responsabilidades, o que faz com que a sua vontade de manter os salários baixos, seja muito mais grave.

O crescimento do país não pode parar e não poderá ser esta crise política provocada pelo PSD, CDS, PCP, BE, Chega e Iniciativa Liberal a travar o crescimento que todos os portugueses anseiam. Temos de encarar o futuro de forma positiva e aproveitar ao máximo todos os instrumentos de crescimento que o país dispõe, nomeadamente as verbas do PRR, tão bem negociadas pelo Governo da República com Bruxelas.

A Madeira não pode ficar de fora deste crescimento que se pretende para Portugal. Tem de ter uma voz ativa, construtiva e sair de uma vez por todas da gritaria que diariamente se ouve aqui na Região. Precisamos de pessoas competentes e que olhem para a Madeira e para o Porto Santo, como parte integrante do país. Temos de deixar de ser a aldeia gaulesa de Asterix, onde apenas uma poção mágica consegue, pela via da força, levar a sua avante. As poções mágicas não são remédios para as nossas dores e muito menos solução para os nossos problemas.

Precisamos de pessoas capazes, sem “rabos de palha” de pessoas que não encarem esta candidatura como uma tábua de salvação pela via de uma suposta imunidade parlamentar. Não precisamos de pessoas que já demonstraram num passado recente que se pautuam pela falta de transparência e pelos caminhos duvidosos de ceder contas pessoais para financiamentos partidários. Não precisamos de pessoas que lideram listas, mas que se eclipsam num cartaz, secundarizados por um Rei-Sol que não faz parte sequer dessa candidatura e que quando chamadas a exercer funções na casa da democracia, tornam a eclipsar-se, sendo completamente desconhecido da população qual o seu trabalho feito em prol da Madeira. Não precisamos de pessoas que apenas sabem gritar e que do alto da sua estridência, nem saibam como votar, embaraçando os madeirenses com telefonemas em pleno plenário a pedir instruções sobre como votar.

Precisamos de competência, por isso, não tenho qualquer dúvida sobre qual a melhor opção para os madeirenses e portossantenses. Se por um lado temos uma coligação ao estilo Trump, com uma colagem ao seu slogan, por outro, temos o Partido Socialista, com pessoas capazes, com provas dadas de competência e rigor, conhecedoras da região e acima de tudo, com grande amor pela Madeira e Porto Santo.

Dia 30, é imperativo prosseguir o ciclo virtuoso que o país atravessa, com o Partido Socialista, com António Costa.